Balão alterou a rotina no céu de Cianorte-PR

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Divulgação
Durante a última semana a Acic (Associação Comercial e Industrial de Cianorte) contratou os serviços do balonista Wilson Bitencourt, de Maringá. Ele se vestiu de Papai Noel e, distribuindo balas, fez a alegria da criançada por onde passava. Bitencourt é balonista há 17 anos e há seis anos faz trabalhos específicos na época de Natal.

Segundo ele, “não tem dinheiro que pague a satisfação das crianças ao ver o Papai Noel vindo do céu em um balão”. Além do compromisso profissional, Bitencourt conta que também torna o Natal de muitas crianças mais felizes com atitudes pessoais. “Gosto de atingir os mais carentes. Faço uma parceria com as empresas que trabalho e distribuo brinquedos nas comunidades de baixa renda, é gratificante”, comentou.

Hoje o profissional trabalha com dois tipos de balões diferentes, um com capacidade para três pessoas e outro com capacidade para cinco. “Depende do peso também de cada um, mas para 2013 quero comprar um balão maior, com capacidade para até dez pessoas”, conta, lembrando que paixão pelo balão começou quando ainda era pequeno. “Sempre gostei de esportes radicais e de balão de papel, uni uma ideia com outra e hoje sou balonista habilitado, pois para manobrar um balão é necessário ter brevê, igual piloto de avião, só que específico para balões”.

Para ele, a maior conquista como balonista foi descer a Garganta do Diabo, nas Cataratas, em Foz do Iguaçu, com o balão. “Estava gravando para o Globo Repórter e levou uma semana para conseguir achar o dia certo para a façanha e hoje sou o único piloto do mundo que fez essa viagem”, ressaltou.

Para um voo seguro, o balonista diz que alguns detalhes fazem a diferença. “Primeiramente o piloto não pode ser kamikaze, tem que ter plena certeza que o clima está propício para o vôo. Tenho equipamentos específicos que me mostram precisamente as condições climáticas, velocidade do vento, então é tudo feito meticulosamente para não haver imprevistos. Com formação de chuva ou raios, por exemplo, a probabilidade de acidentes é alta”, conta, destacando que a manutenção do equipamento também é indispensável. “Pelo menos uma vez por mês realizo a limpeza no bico do maçarico, afinal de contas é a minha vida que está em risco”.

O balão que foi utilizado nos voos em Cianorte está avaliado em cerca de R$ 70 mil. “Só a parte do tecido do balão vale em torno de R$ 40 mil, isso sem contar a camionete que utilizo pra carregar o equipamento e também na hora do resgate, então é um alto investimento para ser tratado como brincadeira”, finalizou.
Para contratar os serviços de Wilson Bitercourt basta entrar em contato pelo fone: (44) 9851-8282 ou (44) 3224-1700/comercial.

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